Ponto Cultura
sábado, 6 de novembro de 2010
Nova Biblioteca de Piracicaba- Ana Paula Grisoto 2° ano de Biblioteconomia
Foi inaugurada recentemente a nova Biblioteca de Piracicaba, deixo o link do site pra quem quiser conhecer e ver algumas fotos. mais...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Biblioteca de São Paulo é instalada na área do antigo Carandiru - Aline Scola 2º Biblio
02/02/2010 - Instalada na área do antigo carandiru, a biblioteca de são paulo terá estrutura adaptada para todos os tipos de deficientes e se aproxima do conceito de espaço de lazer das grandes livrarias
Maria do Carmo/Folha Imagem
Mais uma contribuição de Murilo Cunha - Aline Scola 2º Biblio
Murilo B. Cunha, mais uma vez, contribui com excelente lista de blogs de língua portuguesa, para nos mantermos antenados com o que há de novo e quem está divulgando em nossa área, a Biblioteconomia e Ciência da Informação. Não deixem de conferir o artigo completo em seu blog: A Informação... E muito mais!
Abrindo Espaço [URL: http://katyushasouza.blogspot.com/] Editado por Katyusha Souza; cobre a “gestão do conhecimento, da Informação, usabilidade, Arquitetura de Informação, Ciência da informação, Biblioteconomia, mídia”.
Balcão de Biblioteca [URL: http://balcaodebiblioteca.blogspot.com/] Editado pela bibliotecária portuguesa Claudia Lopes; inclui “notícias, histórias, reflexões, novidades e curiosidades, na área das Ciências Documentais, mais especificamente das bibliotecas”.
Bibliofilmes [URL: http://bibliofilmes.blogspot.com/] Editado por um grupo de portugueses que aborda filmes e livros; é uma “iniciativa para a Comunidade da Língua Portuguesa usando um novo conceito de promoção do livro, da biblioteca e da leitura através das novas tecnologias e do cinema”.
BiblioFotoTeca [URL: http://bibliofototeca.blogspot.com/] Inclui “fotografias sobre mundo dos livros e das bibliotecas”. Mais...
Abrindo Espaço [URL: http://katyushasouza.blogspot.com/] Editado por Katyusha Souza; cobre a “gestão do conhecimento, da Informação, usabilidade, Arquitetura de Informação, Ciência da informação, Biblioteconomia, mídia”.
Balcão de Biblioteca [URL: http://balcaodebiblioteca.blogspot.com/] Editado pela bibliotecária portuguesa Claudia Lopes; inclui “notícias, histórias, reflexões, novidades e curiosidades, na área das Ciências Documentais, mais especificamente das bibliotecas”.
Bibliofilmes [URL: http://bibliofilmes.blogspot.com/] Editado por um grupo de portugueses que aborda filmes e livros; é uma “iniciativa para a Comunidade da Língua Portuguesa usando um novo conceito de promoção do livro, da biblioteca e da leitura através das novas tecnologias e do cinema”.
BiblioFotoTeca [URL: http://bibliofototeca.blogspot.com/] Inclui “fotografias sobre mundo dos livros e das bibliotecas”. Mais...
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Resumo - A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução - Walter Benjamim. Tradução: José Lino Grunnewald
Andrieli Pachú da Silva - 2º Arquivologia
O texto nos mostra os processos de modificação que acontece na técnica das artes, e que a partir de tais mudanças a noção do que seja a arte passa também por modificações.
A obra de arte foi sempre capaz de ser reproduzida, dês dos gregos com a fundição e a cunhagem, ao século XIX com a litografia onde a técnica proporcionou a gravação em pedra calcária ou placa de metal, a reprodução chegou a um processo decisivo, facilitando a produção em série e a possibilidade de ter obras novas todos os dias.
Essas novas técnicas de reprodução acabam deixando ileso o conteúdo da obra de arte, proporcionando a conservação do original, porém não contempla todas as características da obra.
A fotografia e o cinema vieram como uma reprodutores e disseminadores da arte, pois são considerados parte da cultura de massa, onde a maioria da população tem acesso, levando as obras que provavelmente seria necessário o deslocamento das pessoas para outro local, principalmente a outros países, bem perto de sua visão, isso trás uma grande mudança para o conhecimento mundial, pois tais obras em um determinado período histórico só podiam ser vista pela elite, hoje quem tem acesso aos meios de comunicação, poderá ver tais obras, porém em algumas vezes não seu original, que em determinadas situações ainda prevalece a situação econômica.
Essas técnicas de reprodução são consideradas arte, pois não se mantiveram somente como copiadoras de uma obra já existente, a fotografia por exemplo tanto como a pintura, pretende representar a realidade, tanto que os processos para se chegar a maquina fotográfica ajudou muito a vida dos pintores, que tinham a necessidade de representar paisagens e pessoas de uma forma cada vez mais real.
O cinema também adquiriu suas próprias características artísticas, na qual ela abrange todos os tipos de arte, com modelos diferentes de exposição, de tal maneira que interage e facilita o acesso para a população.
Pode-se notar que tais técnicas de reprodução da obra de arte veio apenas para ajudar desde seu processo de criação para o aprimoramento de pinturas, consideradas obras de arte, disseminadoras, e agora também como arte.
A obra de arte foi sempre capaz de ser reproduzida, dês dos gregos com a fundição e a cunhagem, ao século XIX com a litografia onde a técnica proporcionou a gravação em pedra calcária ou placa de metal, a reprodução chegou a um processo decisivo, facilitando a produção em série e a possibilidade de ter obras novas todos os dias.
Essas novas técnicas de reprodução acabam deixando ileso o conteúdo da obra de arte, proporcionando a conservação do original, porém não contempla todas as características da obra.
A fotografia e o cinema vieram como uma reprodutores e disseminadores da arte, pois são considerados parte da cultura de massa, onde a maioria da população tem acesso, levando as obras que provavelmente seria necessário o deslocamento das pessoas para outro local, principalmente a outros países, bem perto de sua visão, isso trás uma grande mudança para o conhecimento mundial, pois tais obras em um determinado período histórico só podiam ser vista pela elite, hoje quem tem acesso aos meios de comunicação, poderá ver tais obras, porém em algumas vezes não seu original, que em determinadas situações ainda prevalece a situação econômica.
Essas técnicas de reprodução são consideradas arte, pois não se mantiveram somente como copiadoras de uma obra já existente, a fotografia por exemplo tanto como a pintura, pretende representar a realidade, tanto que os processos para se chegar a maquina fotográfica ajudou muito a vida dos pintores, que tinham a necessidade de representar paisagens e pessoas de uma forma cada vez mais real.
O cinema também adquiriu suas próprias características artísticas, na qual ela abrange todos os tipos de arte, com modelos diferentes de exposição, de tal maneira que interage e facilita o acesso para a população.
Pode-se notar que tais técnicas de reprodução da obra de arte veio apenas para ajudar desde seu processo de criação para o aprimoramento de pinturas, consideradas obras de arte, disseminadoras, e agora também como arte.
Resumo - Politicamente incorreto Sócrates e a contracultura socrática
Andrieli Pachú da Silva - 2º Arquivologia
O texto conta um pouco sobre a vida de um filósofo grego chamado Sócrates, que viveu em Atenas, Grécia, que a partir do seu modo de pensar foi contra a cultura de seu povo na época em que viveu, conquistando assim admiradores e inimigos.
Os relatos que temos sobre as idéias e a vida de Sócrates, se dá pelos registro de seus seguidores Platão e Xenofonte. Platão registrou tanto suas idéias como as de seu professor que não tinha interesse em deixar algo fixo, pois ele reconhecia que não sabia de nada, mostrando que seu interesse estava no processo que ocorria quando entrava em alguma discussão sobre qualquer tipo de assunto em busca da verdade. Isso o tornava diferente dos sofistas, pois “Ele não era um completo relativista filosófico.”(p.73), onde sua busca pelo conhecimento intelectual era maior do que obter vantagens sobre as pessoas.
Sócrates dá um exemplo muito importante para a sociedade em qual se encontrava, exemplo esse que se perdura até nossos dias, que é o ato de pensar, porém de uma forma que questione e a partir de uma resposta obtida se levante outros questionamentos. “Sócrates ensinou os gregos a pensar e a pensar sobre o pensamento.”(p. 72).
Um exemplo da contracultura e do modo de pensar e viver de Sócrates foi de ser apolítico, pois Atenas possuía um novo sistema político chamado de democracia, que tratava os cidadãos igualmente, porém nem todas as pessoas eram consideradas cidadãs, onde ficavam exclusos os escravos que formavam grande parte da população e as mulheres que tinham o direito de permanecerem dentro de casa exercendo seus afazeres domésticos, porém Sócrates argumentava que elas também deveriam se tratadas igualmente, mas não se deteve muito a essa causa. O filósofo era apolítico, não tinha interesse algum pelo sistema democracia participativa, pois as decisões tomadas por esse grupo, onde o que a maioria decide vira lei, e muitas vezes tais decisões são tomadas por motivos pessoais, fazia que com que Sócrates pensasse e criticasse tal sistema.Como a maioria das pessoas que foram contracultura de seu povo e sua época, o fim de Sócrates não poderia ser muito diferente, se tornou um mártir e defendeu seus pensamento reflexivos até no dia de sua morte, tal morte que foi decidida pela democracia, onde morreria bebendo ciuta.
Os relatos que temos sobre as idéias e a vida de Sócrates, se dá pelos registro de seus seguidores Platão e Xenofonte. Platão registrou tanto suas idéias como as de seu professor que não tinha interesse em deixar algo fixo, pois ele reconhecia que não sabia de nada, mostrando que seu interesse estava no processo que ocorria quando entrava em alguma discussão sobre qualquer tipo de assunto em busca da verdade. Isso o tornava diferente dos sofistas, pois “Ele não era um completo relativista filosófico.”(p.73), onde sua busca pelo conhecimento intelectual era maior do que obter vantagens sobre as pessoas.
Sócrates dá um exemplo muito importante para a sociedade em qual se encontrava, exemplo esse que se perdura até nossos dias, que é o ato de pensar, porém de uma forma que questione e a partir de uma resposta obtida se levante outros questionamentos. “Sócrates ensinou os gregos a pensar e a pensar sobre o pensamento.”(p. 72).
Um exemplo da contracultura e do modo de pensar e viver de Sócrates foi de ser apolítico, pois Atenas possuía um novo sistema político chamado de democracia, que tratava os cidadãos igualmente, porém nem todas as pessoas eram consideradas cidadãs, onde ficavam exclusos os escravos que formavam grande parte da população e as mulheres que tinham o direito de permanecerem dentro de casa exercendo seus afazeres domésticos, porém Sócrates argumentava que elas também deveriam se tratadas igualmente, mas não se deteve muito a essa causa. O filósofo era apolítico, não tinha interesse algum pelo sistema democracia participativa, pois as decisões tomadas por esse grupo, onde o que a maioria decide vira lei, e muitas vezes tais decisões são tomadas por motivos pessoais, fazia que com que Sócrates pensasse e criticasse tal sistema.Como a maioria das pessoas que foram contracultura de seu povo e sua época, o fim de Sócrates não poderia ser muito diferente, se tornou um mártir e defendeu seus pensamento reflexivos até no dia de sua morte, tal morte que foi decidida pela democracia, onde morreria bebendo ciuta.
Resumo - A vida social das coisas: roupas, memória, dor. (Peter Stallybras)
Resumo do texto - A vida social das coisas: roupas, memória, dor (Peter Stallybras)
Andrieli Pachú da Silva - 2º de Arquivologia
Andrieli Pachú da Silva - 2º de Arquivologia
Esse texto me fez entender muitos hábitos que eu tenho, mas que não sabia de onde vinha.
O autor aborda o tema roupa de uma forma pessoal e maravilhosamente tocante, que faz você chorar e reviver lembranças com outros olhos e analisar como será o seu futuro, se alguém cuidará das suas roupas ou qualquer outro pertence, se haverá um espaço para você, mesmo quando não estiver mais vivendo.
A roupa não está ligada somente a uma “tendência da moda”, onde para as pessoas serem totalmente feliz, tem de se parecer com as modelos que desfilam nas passarelas, vestindo um famoso estilista e ter um nível econômico elevado, pois através da roupa que você usa, a sociedade tira conclusões sobre seu nível social, onde trabalha, seu tipo de gosto, seu comportamento entre outros, ai está o maravilhoso do texto, ele deixa isso de lado e mostra o efeito que a roupa trás para a nossa memória e a dor que vem junto com a memória.
Quando comecei a ler o texto, me lembrei do meu primo que faleceu a 5 anos, isso me fez chorar, não foi a roupa que me trouxe a dor dessa vez, mas o texto. Ao terminar de ler, eu pensei em como foi minhas férias de julho. Visitei o cemitério onde meu primo está enterrado, a camisa que ele usava na foto que está na sua lápide era a sua marca registrada, num tom de verde que combinava com seus olhos, quando vejo uma camisa social naquele tom, me vem na memória meu primo vestido e sorrindo igual ao dia em que a foto da lápide foi tirada.Nas férias também fui organizar meu guarda-roupa antes de vir para Marília, desenterrei meu vestido do aniversário de 1 ano que minha mãe guardou, e pensei se um dia eu terei uma filha pra poder vesti-la pelo menos para uma foto, mas também veio a duvida, e se eu tiver um menino o que eu faço com meu vestido? Encontrei a roupa de bolinhas da minha mãe, que ela me deu, falou que tinha guardado a roupa porque a moda poderia voltar, ou para alguma apresentação na escola, agradeço a ela por ter guardado, eu precisei da roupa para uma apresentação na escola e dependendo da ocasião eu até uso. Dentro do guarda-roupa também tem um casaco da minha bisavó Cecília, minha tia-avó quis se desfazer das roupas depois da morte da mãe, então mandou algumas roupas para sua irmã que é minha vó, ela guardou, e quando eu fiquei mais mocinha e criei o costume de ficar bisbilhotando o armário da minha vó, vi o casaco de pelo, perguntei de quem era, minha vó falou que era de sua mãe, ela perguntou se eu queria, aceitei na hora e peguei pra mim, acho que só usei umas duas vezes, mas não tenho coragem de me desfazer dele, talvez por eu não ter tido contado com a bisa, pois quando ela faleceu eu ainda era bem pequena devia ter uns 3 para 4 anos, então além da foto que tirei com ela no seu aniversário tenho o casaco dela que me faz recordar da foto.
O autor aborda o tema roupa de uma forma pessoal e maravilhosamente tocante, que faz você chorar e reviver lembranças com outros olhos e analisar como será o seu futuro, se alguém cuidará das suas roupas ou qualquer outro pertence, se haverá um espaço para você, mesmo quando não estiver mais vivendo.
A roupa não está ligada somente a uma “tendência da moda”, onde para as pessoas serem totalmente feliz, tem de se parecer com as modelos que desfilam nas passarelas, vestindo um famoso estilista e ter um nível econômico elevado, pois através da roupa que você usa, a sociedade tira conclusões sobre seu nível social, onde trabalha, seu tipo de gosto, seu comportamento entre outros, ai está o maravilhoso do texto, ele deixa isso de lado e mostra o efeito que a roupa trás para a nossa memória e a dor que vem junto com a memória.
Quando comecei a ler o texto, me lembrei do meu primo que faleceu a 5 anos, isso me fez chorar, não foi a roupa que me trouxe a dor dessa vez, mas o texto. Ao terminar de ler, eu pensei em como foi minhas férias de julho. Visitei o cemitério onde meu primo está enterrado, a camisa que ele usava na foto que está na sua lápide era a sua marca registrada, num tom de verde que combinava com seus olhos, quando vejo uma camisa social naquele tom, me vem na memória meu primo vestido e sorrindo igual ao dia em que a foto da lápide foi tirada.Nas férias também fui organizar meu guarda-roupa antes de vir para Marília, desenterrei meu vestido do aniversário de 1 ano que minha mãe guardou, e pensei se um dia eu terei uma filha pra poder vesti-la pelo menos para uma foto, mas também veio a duvida, e se eu tiver um menino o que eu faço com meu vestido? Encontrei a roupa de bolinhas da minha mãe, que ela me deu, falou que tinha guardado a roupa porque a moda poderia voltar, ou para alguma apresentação na escola, agradeço a ela por ter guardado, eu precisei da roupa para uma apresentação na escola e dependendo da ocasião eu até uso. Dentro do guarda-roupa também tem um casaco da minha bisavó Cecília, minha tia-avó quis se desfazer das roupas depois da morte da mãe, então mandou algumas roupas para sua irmã que é minha vó, ela guardou, e quando eu fiquei mais mocinha e criei o costume de ficar bisbilhotando o armário da minha vó, vi o casaco de pelo, perguntei de quem era, minha vó falou que era de sua mãe, ela perguntou se eu queria, aceitei na hora e peguei pra mim, acho que só usei umas duas vezes, mas não tenho coragem de me desfazer dele, talvez por eu não ter tido contado com a bisa, pois quando ela faleceu eu ainda era bem pequena devia ter uns 3 para 4 anos, então além da foto que tirei com ela no seu aniversário tenho o casaco dela que me faz recordar da foto.
Continuando minhas férias, mas saindo do meu guarda-roupa e indo para o da minha vó novamente, peguei duas blusas dela, uma que não servia nela pois tinha comprado mais pela saia, e a outra é uma de estampa florida que eu já gostava, no dia das mães ela emprestou pra minha mãe tirar foto, eu fiquei de olho na blusa, perguntei se ela ainda usava, ela disse que não, pois a blusa já era velha, não tive coragem de pedir na hora, só depois quando voltei nas férias pedi e ela me deu. Coloquei a blusa para mostrar para minha tia, falei para ela que tinha pego da vó e ia levar embora, daí ela me contou que uma amiga dela ia ficar feliz por não ver mais aquela blusa, pois quando ela via minha vó usando lembrava da sua mãe já falecida, que tinha uma blusa com a mesma estampa. Isso me fez pensar em tudo que o autor fala no texto, do vazio que fica dentro das pessoas, e das duas situações que ele aborda, onde alguns querem guardar a roupa de pessoas que morrem e outros querem se desfazer. Fiquei feliz por ter algo da minha vó, porém ela está viva, fico pensando se quando ela falecer, eu ainda vou ter coragem de usar sua roupa, pois minha tia-avó se desfez das roupas da sua mãe, e a amiga da minha tia não agüentava ver a minha vó com a roupa da mesma estampa que sua mãe usava. Agora entendo que as coisas tem sim uma vida social, um objeto ou uma roupa, traz consigo não só memória, dor, mas também alegria, fazendo o papel de uma máquina do tempo, nos levando para lugares e até “revivendo” pessoas. Acredito que o efeito do casaco da minha bisa na vida da minha tia avó deve trazer dor, mas na minha vida é como se materializa-se as histórias que eu escuto sobre Cecília, é diferente escutar uma história de sobre uma pessoa que você mal conheceu, mas faz parte da sua família, e quando se tem um objeto dessa pessoa, ainda mais uma roupa, é como se você pudesse conhecer um pouco sobre ela, seu jeito de se vestir, do que gostava, a noção de algo que você não conheceu, mas ouviu falar, parece adquirir mais sentido.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Brasil sobe na média de livros lidos por ano
O índice de leitura no Brasil aumentou 150% nos últimos dez anos. Passou de 1,8 livro por ano em média, para 4,7. Apesar do aumento, a presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Machado Jardim, disse que o índice de leitura anual no Brasil ainda é pequeno comparado ao de países mais desenvolvidos.
Artigo completo:
Agatha Gonçalves, 2º ano de biblioteconomia
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